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Crítica de cinema durante décadas, referência obrigatória para cinéfilos e
profissionais da área, Pauline Kael era adepta do antiintelectualismo, não
perdoava filmes presunçosos e expressou sempre uma visão despreconceituosa da
chamada sétima arte. Os filmes europeus da virada dos anos 50 para os 60
estavam entre os que mais a entusiasmavam. A partir da década de 80, quando se
aposentou do jornalismo, afastou-se do cinema, cujo "empobrecimento estético e
mental não tem fim", e dedicou seu tempo aos romances, à ópera, ao jazz, ao rock
e ao rap. Morreu em 2001, aos 82 anos.
Obra | Autor
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